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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Resultados dos exames de Português



Maus resultados nos exames de Português. 


Quem se espanta?

Post escrito no iPad, ainda mais" rascunho "do que é habitual! 
Leio várias explicações nos jornais da parte de responsáveis políticos, de especialistas, de jornalistas (todos falamos quando se trata do ensino do Português).

Com a legitimidade que me dá o facto de ter ensinado a ler e escrever ( nomeadamente escritos académicos) a algumas centenas de alunos, do básico ao superior, confesso que não estou nada admirada.

De férias, confesso que não analisei as provas ( irei fazê -lo) mas independentemente destas, há explicações que se podem dar.

Primeira razão: uma geração de professores com ótima formação aposentou-se. Ou melhor sentiu- se obrigada a aposentar- se. Depois de terem entrado na Universidade antes do 25 de Abril, depois de terem sido bons alunos, de terem começado cedo a trabalhar ( e foram privilegiados porque só alguns ( com mais posses ) entravam no ensino superior depois de provas de admissão complicadas), foram à guerra do Ultramar, correram o país para efectivar, fizeram estágios, formações, mestrados, doutoramentos, no país ... mas muitos no estrangeiro ... Desenvolveram projectos no âmbito de programas europeus... Empenharam- se e... Depois vieram avaliações muitas vezes injustas, vieram as formatações de professores e alunos ... E as ameaças de se verem sem as reformas a que pensavam ter direito. .. e os professores saíram  tristes... Com pouca vontade de voltar à Escola!

E ficaram os outros ( há muitos bons também),  os " rápidos" ( designação de David Lodge) que não tiveram a mesma formação ( nem cientifica, nem pedagógica), que não puderam ou não quiseram aprender com os que partiam... Estes fazem planificações formatadas, substituem colegas com as planificações destes - alguma vez eu era capaz de dar uma aula com a planificação de um colega? Recorrem a coleções de testes das editoras para treinar alunos para avaliações e exames ( o treino é uma componente do processo, mas há outras...). Preenchem papéis...reúnem reuniões... Mostram que estão na escola! Trancados! Não podem ir a colóquios, congressos, formações ( a não ser os formatados)! Têm muitas razões para estar motivados!

Segunda razão: o número de alunos por turma aumentou. A pressão dos pais, directores, ministério aumentou... A educação dos meninos ( alguns) não melhorou! Só dá mesmo para fazer fichas ou testes das coleções... Como dar a palavra a 30  ou mais alunos numa sala? Sai reforçada a lei dos dois terços para o professor, um terço do tempo para os alunos a dividir por 30...

Terceira razão: o tempo para Português aumentou, mas para fazer mais do mesmo. Onde está uma leitura de " as línguas nas outras matérias" do Conselho da Europa nas indicações do Ministério? As  "metas" deveriam ter tido em conta a Plataforma para a educação plurilingue, mas quem decide parece ignorar estes documentos.


Quarta razão: o aplicacionismo literário e linguístico patente no  "dicionário terminológico " que só é utilizável por quem tem formação nestas áreas. E por muitos exibicionistas ! E criou, ao arrepio das recomendações europeias,  dificuldades na educação plurilingue, no ensino das outras línguas e na comunicação nas outras disciplinas... Sem falar na baralhação dos pais! Até  sou linguista e de Ciências da Educação, mas sou didacta e  continuo a ser professora de línguas!

E assim... Quem se espanta dos resultados das escolas de referência  dada a importância dos explicadores ou dos dos meninos dos colégios! 

E, no entanto, há tanto trabalho feito no ensino do Português que está a ser deitado ao lixo!  Por exemplo, por favor, retirem dos sites desativados a documentação do PNEP. Significou muito trabalho, muita dedicação, muita formação... E os resultados dos testes internacionais estavam a mostrar que valeu a pena! Há muitos materiais, programas... Nem é preciso pagar a novas equipas.
Tempos difíceis para professores e alunos!

terça-feira, 23 de julho de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

Ombres chinoises :approche actionnelle


Public:  enfants ou pré-adolescents  en classe ou en espaces de loisirs.
Objectifs communicatifs
         - Comprendre une comptine
-        - Réemployer des termes recueillis dans la comptine
-        - Poser des questions / répondre
-        - Faire une énumération
-                    - Expliquer le déroulement d’une action
Notions : interrogation, énumération, explication, approche actionnelle
Moyens linguistiques : articulateurs de temps, adjectifs numéraux,  pronoms interrogatifs, présent, passé composé, futur proche

 Suggestion d’activité
 L’enseignante ne donne aucune piste sur les ombres chinoises.
-        Elle communique à la classe divisée en plusieurs groupes qu’elle va lire une comptine et que chaque groupe devra suggérer des pistes de travail à partir du contenu présenté..
-         L’enseignante lit 2 fois la comptine populaire «Voici ma main » (voir fin de page)
-        Demande des suggestions de travail aux apprenants
-        Félicite les énoncés formulés en français  correct, corrige les autres et, s’il y a lieu, pose des questions conduisant déroulement de l’activité prévue à l’insu des apprenants :
Exemples :
-         1-Avez-vous retenu les noms des doigts 
-        2-Quel est le nom du premier doigt de la main ? et du second ?…
-         3- À quoi sert l’index ? et le majeur ? Quel est le doigt le plus long ? le plus gros ? le plus petit ?...
-        4- À quoi cela peut servir  de savoir le nom de chaque doigt?
-        En l’absence de suggestion, elle demande à chacun des apprenants de dessiner le contour d’une  main, de la caractériser (couleur de la peau, bagues, vernis, tatouages,..) et d’y inscrire  le nom de chaque doigt.
-         Lorsque cette phase est terminée, elle demande à un apprenant de chaque groupe de présenter sa main à la classe.
Exemples obtenus, parfois avec l’aide de l’enseignante:
-         j’ai dessiné le contour de ma main gauche.
-        Ensuite j’ai indiqué le nom de chaque doigt. Le premier, c’est le pouce, le second, c’est l’index,…
-          J’ai mis une bague à l’annulaire. C’est une bague dorée avec une pierre rouge.
-         J’ai fait un petit tatouage sur le dos de ma main, c’est un petit colibri.
-        J’ai tatoué le logo de mon équipe de foot sur l’index, le majeur et l’annulaire
-       
L’enseignante demande à la classe :
        -Que peut-on faire avec les doigts de la main ?
-         Réponses  attendues : montrer le chemin, indiquer quelque chose, saisir un objet, .travailler, manger,  jouer, écrire, dessiner,….
-         Si aucune suggestion n’est faite en ce sens, l’enseignante  annonce : -Et faire des ombres chinoises ?
En principe l’annonce des ombres chinoises agit comme une formule magique.
Avec nos dix doigts, nous allons faire des ombres chinoises

L’enseignante présente un exemple qui sera suivi par les apprenants 

-D’abord, je joins mes deux mains en faisant coïncider tous les doigts.
-Ensuite, je relève mes deux pouces et je les sépare un peu.
-Finalement, j’écarte les deux auriculaires réunis du reste des doigts.
-Et j’obtiens un animal.
-Quel est-il ?

Pour obtenir l’ombre animée, il suffit d’orienter une lampe  vers un écran de carton (ou un mur lisse). et faire évoluer  entre les deux la figure choisie.
Les apprenants peuvent imaginer une série d’ombres chinoises qu’ils présentent à la classe comme l’a fait initialement l’enseignante.
 L’enseignante peut également enchaîner un discours au futur proche : Et maintenant, que vas-tu faire ?
Ou au passé composé: Comment as-tu fait pour obtenir cette ombre ?

De nombreux sites, comme celui de la Cité des Sciences, proposent de nombreuses suggestions.

Voici ma main 
Voici ma main !
Voici ma main

Elle a cinq doigts.
 En voici deux, en voici trois.

Le premier, ce gros bonhomme,
C'est le pouce qu'il se nomme.

L'index, lui, montre le chemin.
 C'est le second doigt de la main.

Entre l'index et l'annulaire,
 Le majeur se dresse en grand frère.

L'annulaire porte l'anneau,
 Avec sa bague, il fait le beau.

Le minuscule auriculaire,
 Suit partout, comme un petit frère

Regardez mes doigts travailler.
 Chacun fait son petit métier.


Comptine populaire