Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta explicar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta explicar. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Les déchets expliqués aux enfants...

Plus pédagogique... mais cette vidéo (qui n'a pas de code d'incorporation) est tout de même intéressante pour l'explication.L'enseignante insiste sur les définitions.
Même démarche...

Exploitation des vidéos «Les flux RSS expliqués aux enfants» et « Les tags...»

En classe on se situe souvent sur des thématiques et sur des thématiques classiques.

Dans la perspective pragmatique que nous proposons, quelles questions peut-on poser pour planifier un cours ?
Le  point de départ c'est, dans ce cas,  un document que nous avons aimé. Nous avons trouvé un document : une vidéo sur la thématique téchnologies.




Quelles compétences peut-on développer si l'on propose ce site ?
Compréhension orale et expression orale.

Si les élèves vont créer leur page i-Google, il sont en train d'agir, il s'agit donc d'une tâche inscrite dans une approche actionnelle.
 Quels objectifs communicatifs peut -on développer : expliquer, prescrire
 Quels contenus  
Notion d'hypothèse - si vous voulez...
Définition- il s'agit de...
Exemplification- Par exemple...
Prescription - Allez sur...vite... il suffit de...
Qualification- Facile...

Si je préparais cette planification pour un cours, je devrais transcrire ou repérer les constructions plus fréquentes pour véhiculer les objectifs communicatifs et les notions.

Quelles démarches?
Les élèves  écoutent, ils peuvent faire une deuxième écoute  par fragments et après ...créer leur page iGoogle en choisissant des sites en français.
Ils peuvent faire ensuiteun exercice de concéptualisation sur la notion de prescription, par exemple, en relevant toutes les expressions rencontrées et en les classant (infinitif, impératif, présent...) Seulement sur la construction qui prédomine. Surtout pas sur toutes les catégories grammaticales en fonction d'une occurrence au hasard...

Mais on peut rendre la tâche encore plus communicative (avec une plus grande  production verbale des  enfants- activité de médiation.

Deux groupes d' enfants. L'un   travaille sur RSS, l'autre sur les tags (Vidéo beaucoup plus centrée sur l'explication- exercice de concéptualisation sur les moyens linguistiques de l'explication).


Les tags expliqués aux enfants por MilanPresse

Ensuite chaque groupe doit  expliquer aux autres (qui n'ont pas vu la vidéo) la façon dont ils doivent se prendre pour créer  leur page iGogle ou leur expliquer ce que sont les tags (activité d'information gap).

quarta-feira, 30 de março de 2011

Exploração de programas de televisão: Documentários


Ferrão Tavares.  Escola e televisão: olhares cruzados, Plátano Editora

A televisão apresenta programas  cujos temas são simultaneamente abordados na escola. É o caso dos documentários sobre ambiente, sobre poluição, sobre animais, sobre história, e também de programas visando a apresentação de obras literárias.
O formato dos documentários tem-se modificado com a evolução da televisão. Os documentários mais antigos adoptavam um tempo lento, próximo do tempo da escola. A objectividade no tratamento do tema constituía um fim. Normalmente, uma voz off fazia o comentário de tipo pedagógico das imagens mostradas.

Hoje assiste-se à adopção de um tempo rápido, polícrono. As imagens sucedem-se, sendo os comentários feitos por uma voz off ou através da presença de especialistas ou de testemunhos dos acontecimentos relatados. Aliás, estes entram em formato narrativo. Estruturam-se a partir de uma situação problemática à qual se sucedem resoluções, complicações e uma situação final.  Os animais são seguidos muitas vezes ao longo do tempo e são-lhes dados nomes, mesmo a animais da selva. Conhecemos o nome do animal, do seu companheiro, dos inimigos, etc.   Por vezes, os documentários estruturam-se a partir de «famílias de  acontecimentos» como guerras, o acasalamento de animais da floresta, de peixes, de aves, ciclones... 


Ficha de leitura de documentário

 A técnica KWL ( Known, o que sei; Want, o que quero saber; Learned,  o que aprendi)  permite a articulação entre a fase de antecipação feita a partir dos conhecimentos prévios dos alunos com a fase de observação e de sistematização das aprendizagens. Permite uma integração dos media no programa de estudos em curso, contrariando a tendência para a cultura mosaico que referimos.

Objectivos

-          Desenvolver processos de leitura interactiva
-          EXPLICAR
  • Seleccionar informação
  • Relacionar dados
  • Hierarquizar informações
  •  Resumir
(Alguns objectivos dependem, evidentemente, da natureza do documentário seleccionado.)

Material

Documentário gravado ou na Internet.
Público

Alunos de todas as idades. O documento determina, evidentemente, o público.

Descrição da actividade

1. Fase de preparação
Os alunos preenchem as duas primeiras colunas reflectindo sobre os seus próprios conhecimentos acerca de um determinado assunto, por exemplo, animais (no 1º Ciclo). 

2. Fases de observação e de compreensão
Os alunos procuram responder às suas próprias perguntas fazendo uma leitura selectiva do documentário.

3. Fase de sistematização
Os alunos preenchem a 3ª coluna com o que aprenderam e podem, em seguida, estruturar os elementos anteriores fazendo um mapa semântico, escrevendo frases soltas que depois hierarquizam de modo a fazer um resumo. Com alunos mais pequenos, o professor pode fornecer, sob a forma de etiquetas, as frases que serão depois ordenadas, dando origem à reescrita para a produção de um resumo. Pode também fornecer só algumas frases, devendo os alunos  preencher os «espaços» em falta.


Os alunos podem elaborar  listas de objectos vistos ou ouvido.
A exploração temática decorre do documentário.